Não é para menos, resulta de um percurso artístico marcado pelo diálogo entre geografias, memórias e sonoridades, bem como propõe uma travessia musical entre o Índico e o Báltico, ligando a terra dos antepassados aos horizontes do futuro.

O nome do CD leva-nos a imaginar uma zona na província de Maputo ou no Brasil, mas é apenas uma referência ao novo trabalho discográfico de um dos músicos mais internacionais do país, Frank Paco.
Curiosamente, o álbum “Belo Horizonte – Stockholm Sessions”, a ser publicado esta sexta-feira, 3 de Julho, no Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), foi gravado na Suécia e conta com a participação de músicos de renome internacional.
Não é para menos, resulta de um percurso artístico marcado pelo diálogo entre geografias, memórias e sonoridades, bem como propõe uma travessia musical entre o Índico e o Báltico, ligando a terra dos antepassados aos horizontes do futuro.
Frank Paco explora uma linguagem onde o jazz se cruza com influências tradicionais, dando forma a composições que evocam a memória, a natureza e a esperança.
Para o lançamento de “Belo Horizonte”, Paco sobe ao palco do CCFM acompanhado por Xixel Langa, Jimmy Dludlu e Valter Mabas, convidados especiais que se juntam ao espetáculo para uma noite de partilha musical e diálogo entre diferentes sensibilidades artísticas.
Frank Paco é baterista, compositor e educador moçambicano, com uma carreira internacional consolidada. Reconhecido pela sua abordagem singular ao jazz e às sonoridades africanas, construiu um percurso artístico marcado pelo diálogo entre diferentes culturas e geografias.
Participou nas históricas 46664 Concert Series, iniciativa de Nelson Mandela, onde dividiu palco com artistas como Angélique Kidjo, Bono, Jimmy Cliff e Brian May. Ao longo da sua carreira, colaborou com nomes de referência da música africana e internacional, entre os quais Miriam Makeba, Hugh Masekela, Johnny Clegg, Lokua Kanza e Nina Hagen, entre outros artistas nacionais e internacionais.
(Por MozaVibe)

